Muitas vezes confundida com um salgueiro pelo hábito "Chorão", esta belíssima árvore é nativa desde as florestas dos Andes peruanos ao sudeste brasileiro, tolerando uma série de condições distintas de cultivo, o que a torna muito versátil no paisagismo.
A árvore pode chegar aos 15metros, mas raramente passa dos 8 em cultivo, adquirindo formas muito elegantes e esteticamente aprazíveis sem requerer podas de formação.
Os frutos, em pequenos cachos, são muitas vezes confundidos com a pimenta-rosa.
Apesar de chegarem a ser usados nas misturas de pimentas, parece existir alguma toxicidade quando ingeridas em grande quantidade, em particular junto de crianças jovens.
Ainda assim, os seus usos na gastronomia e tradições Quechua são antigos e diversos.
Desenvolve-se de semente ou de estaca, sendo ideal para bermas de jardins, criando uma zona de sombra velada, um sem fim de flores para os insetos polinizadores e um verde bonito que ostenta ao longo do ano.
Atenção apenas para a seiva resinosa e pegajosa que deita quando cortados galhos, cicatrizando muito mal, pelo que as intervenções devem ser mínimas.
